Quinze anos em sistemas distribuídos. Antes do estúdio, liderou a plataforma de pagamentos de uma fintech listada em bolsa. Mestre em sistemas pela USP.
Onze anos a operar com um time pequeno e a pergunta certa por escrito.
Fundado em 2014, no fim do segundo andar de um casarão em Pinheiros. Começou como uma sociedade de três engenheiros que aceitavam um projeto de cada vez. Onze anos depois, o número de pessoas mudou pouco. O número de sistemas em produção, sim.
A história curta, escrita sem inflação.
A empresa nasceu de uma frustração simples. Em consultorias maiores, decisões técnicas relevantes eram tomadas em reuniões que ninguém documentava, por pessoas que sairiam do projeto antes da entrega. Quando algo dava errado em produção, três meses depois, ninguém lembrava o porquê.
A premissa fundadora foi inverter isso: registrar tudo, manter o mesmo time do início ao fim e ficar de plantão depois do go-live. Em retorno, o estúdio aceita menos projetos por ano. Em média, doze contratações novas por ano. Não mais.
Como o estúdio se organiza hoje
São quatorze pessoas. Quatro diretores, oito engenheiros sêniores, uma analista de produto e uma pessoa cuidando da operação administrativa. Todos os engenheiros têm carteira assinada no regime CLT, com plano de carreira escrito e revisado a cada doze meses.
Há sede física em São Paulo, na rua Oscar Freire, com mesas para metade do time. O restante trabalha remoto, distribuído entre Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte e Curitiba. Reuniões síncronas acontecem em horário comercial padrão. Documentação assíncrona é a regra.
O que recusamos
Projetos curtos demais para entregar com responsabilidade. Sistemas que dependem de uma única pessoa do estúdio para sobreviver. Contratos que exigem subcontratação sem aprovação prévia. Trabalhos para empresas de apostas, criptoativos especulativos e qualquer atividade regulada que exija licenciamento que o cliente ainda não tenha.
A taxa de recusa é cerca de trinta e cinco por cento dos contatos recebidos. O motivo da recusa sempre é comunicado por escrito.
As quatro pessoas que respondem por cada contrato.
Cada projeto tem um diretor responsável, identificado em proposta. Esse nome não muda durante o ciclo de vida da entrega. Em onze anos, nenhuma substituição de diretor em projeto ativo.
Doze anos em arquitetura de back-end. Especialista em modernização de plataformas legadas e migrações sem janela de indisponibilidade.
Onze anos em discovery, modelagem de produto e desenho de processos para times técnicos. Passagem anterior pelo time de produto do iFood.
Treze anos em plataformas analíticas. Antes do estúdio, foi responsável pelo data lake de uma operadora de saúde com cinco milhões de vidas.
Crescer devagar é uma decisão. Em onze anos recebemos sete propostas para captar investimento. Recusamos todas. Não porque investimento seja errado, mas porque nosso modelo de trabalho exige paciência que capital de risco normalmente não tem.
Renata Cavalcanti · Direção de EngenhariaO que está no contrato, por escrito.
Quase tudo o que vai aqui em forma curta está nos contratos em forma longa. Se algum item for relevante para a sua decisão, pedimos a minuta antes de qualquer reunião comercial.
Pessoa nomeada
Em proposta, cada perfil alocado tem nome próprio. Não vendemos cargos genéricos. Substituições ocorrem apenas em caso de afastamento documentado.
Cláusula de saída
O cliente pode encerrar o contrato com aviso prévio de trinta dias, sem multa, em qualquer fase do projeto. A documentação de transferência é entregue dentro desse prazo.
Código no domínio do cliente
Todo repositório, conta de nuvem, banco de dados e domínio fica registrado em conta de propriedade do contratante. Não retemos credenciais após o fim do contrato.
Reuniões com pauta escrita
Toda reunião sincronizada vem com pauta prévia e ata posterior, ambas registradas em ferramenta acordada com o cliente. Reuniões sem pauta são canceladas.
Dependência de terceiros
Quando o projeto exige bibliotecas pagas, infraestrutura de nuvem ou serviços de terceiros, o custo aparece na proposta original. Não há repasse oculto.
Sigilo recíproco
O sigilo vale para os dois lados. O cliente sabe quem trabalha no projeto. Nós nunca usamos o nome do cliente em material comercial sem autorização escrita posterior.
Trinta minutos para entender o problema, depois decidimos juntos.
Não cobramos pela primeira conversa nem usamos esse tempo para vender. Se o seu caso encaixar no que sabemos fazer, seguimos para um diagnóstico pago. Se não encaixar, dizemos por que e, quando possível, recomendamos alguém mais adequado.